proesias reunidas para leitores imaginários

5 de fev. de 2009

rasante

!su:#c0n3cTacrte*0101 02@tea7r0v1zv4?

morro porque voo alto na beira ou em cima, errante fluxo de coisas precoces. corro porque belo transponível por outro tipo de carne solta morta em lembranças, vou misturando ao presente na percepção os sentidos que viram consciência premptória em um breve lampejo. como na corda bamba, que enquanto consegue não cair evita bater ao chão sua cara e espalhar o sangue aos pés do patrão, que foge com a recordação de um filme maquínico de metais reluzentes e vis.

d1Gy74n0us14@n0oZf3R4{'0!

Nenhum comentário: