É no rabo que a serpente principia
Encerra a música e confisca a moça
Sem capricho a labuta dia a dia
O forte sol adia a fraca bossa
Entre ligeiro queima-se em cinza
Fuma um cigarro, abandona os outros
Caminha às sextas com seus fartos oitos
Feito gato como tudo que se mova
Dribla a cadente última estrela
E chuta o sol com o sapato
Domingo a nascente ribeira
Germina nova onde desfaço
proesias reunidas para leitores imaginários
28 de set. de 2008
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2 comentários:
você tem ritmo e lirismo, di.
Gosto disso nas coisas que vc escreve. Você sabe brincar com as palavras, percebe-se.
Curti bastante.
Também curti muito.
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