proesias reunidas para leitores imaginários

5 de out. de 2008

psiconautas

não sei do silêncio sepulcral
calo a surda dor da despedida
viro-a ao avesso em versos
complexos contentes sorrisos

fabricam em dó a paz
a contrapeso em livretos
com ardidos sonetos
para d'água poupar
a vista

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