proesias reunidas para leitores imaginários

31 de jul. de 2008

Do fim da tarde

À hora azul da tarde
a cortina balança
a vida
em suspenso pára um instante
lembra a morte e antes

A vida aguarda uma pausa
Agora o que sempre foi os velhos ciclos estruturas
Não existo ambições fracassos
caneta carreira... cazuza

Mas não:
O poema é falso!
Só o que existe
no centro do mundo
solitária vontade de escrever
que inventa tudo

Volto
a vida
a lua
caiu



3 comentários:

adriano disse...

do caralho! só agora que li!

adriano disse...

só achei meio assim aquela parte dos velhos ciclos estruturas.

Luiza Trindade disse...

Do fim da tarde

À hora azul da tarde
a cortina balança
a vida
em suspenso para um instante
lembra a morte e antes.

Só, no centro do mundo,
solitária vontade de escrever

À hora azul da tarde
Volto
a vida

é noite.